Foi assinado pelos Ministérios das Finanças, da Saúde e da Solidariedade Social, um despacho a autorizar a celebração de contratos com unidades de internamento no âmbito da rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.
Trata-se de mais 98 novas camas, distribuídas por quatro unidades, todas elas situadas na região de Lisboa e Vale do Tejo, a mais carenciadas do país em camas de cuidados continuados integrados.
Com estas 98 camas agora autorizadas, ascendem a 1142 autorizadas só em 2015: 164 de paliativos, 61 de convalescença, 239 de média duração e reabilitação e 366 de longa duração e manutenção, a que acrescem pela primeira vez lugares (não necessariamente camas) para Cuidados Continuados Integrados na área da Saúde Mental (um total de 312).
No final de 2014, estavam disponíveis 7160 camas; no final de 2015, estarão cerca de 8300. Atendendo às 5595 disponíveis no final de 2011, este valor representa, segundo o Governo, um crescimento de cerca de 48% na capacidade de internamento da RNCCI.

















