Os vencedores do Prémio EM Curtas vão ser conhecidos a 25 de maio, pelas 17:30 no auditório do Instituto do Cinema e do Audiovisual. Das seis curtas-metragens a concurso, o Prémio EM Curtas vai distinguir duas na categoria ‘Escolha do Júri’ e ‘Escolha do Público’, com prémios de 2.000€ e 1.500€ respetivamente.
Esta iniciativa da Novartis, em parceria com o Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), contou ainda com o apoio das três associações de doentes do país: Associação Nacional de Esclerose Múltipla (ANEM), Associação Todos com a Esclerose Múltipla (TEM) e Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM). Lançada em fevereiro, esta segunda edição do Prémio EM Curtas incentivou estudantes das áreas de cinema e audiovisuais, mas também o público em geral, a realizar curtas-metragens que abordassem o tema “Mudar o rumo da Esclerose Múltipla” e que sensibilizassem a sociedade para a temática da esclerose múltipla, focando aspetos da doença e abordando a perspetiva do doente.
Ao júri, composto por Mário Gabriel Bonito, representante do Instituto do Cinema e do Audiovisual, pelo realizador português Gonçalo Galvão Teles, pela Diretora Geral da Novartis, Cristina Campos e pelos presidentes de cada uma das associações de doentes, cabe agora avaliar as curtas-metragens a concurso na categoria ‘escolha do júri’ e escolher o vencedor. Os critérios para esta decisão passam por avaliar se as curtas-metragens promovem um conhecimento sobre a doença e o seu impacto nas esferas pessoal e social, a utilização de testemunhos reais de pessoas com Esclerose Múltipla e a capacidade de sensibilizar e criar impacto na opinião pública, chamando a atenção para a doença. Por outro lado, o público escolhe, através da votação direta no site www.premioemcurtas.pt.
À semelhança da 1ª edição, este Prémio resultou também de uma parceria com um conjunto de Escolas da área do cinema e audiovisual, Escola Superior de Teatro e cinema do Politécnico de Lisboa (ESTC), a Escola Técnica de Imagem e Comunicação Aplicada (ETIC), a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, a Universidade da Beira Interior, a Escola Superior Artística do Porto (ESAP), que incentivaram os seus alunos a participar vendo esta como uma oportunidade de aplicação dos conhecimentos adquiridos. dade do doente em controlar funções como a visão, a locomoção, e o equilíbrio. As mulheres têm duas vezes mais probabilidades de desenvolver EM do que os homens.

















