As mulheres representam 74% dos profissionais da Unilabs em Portugal, o maior laboratório de diagnóstico clínico no País, e ocupam também a maioria dos cargos com poder de decisão e coordenação com 51%. A equipa da Unilabs em Portugal integra 3724 colaboradores, dos quais 2766 são mulheres. Nas funções técnicas e laboratoriais trabalham mais de 2600 profissionais do sexo feminino.
A presença feminina na liderança e gestão da empresa acompanha a composição global da equipa. Dos 43 cargos de direção existentes na organização, 22 são ocupados por mulheres, sendo que a posição de General Manager é ocupada por Maria do Carmo Tavares, refletindo uma representação consistente ao longo da estrutura hierárquica.
Este cenário contrasta com a realidade observada em parte do setor da saúde em Portugal. Apesar de as mulheres representarem cerca de três em cada quatro profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), continuam sub-representadas nos cargos de liderança, particularmente nas posições de topo.
Dados recentes indicam que, embora a força de trabalho do SNS seja fortemente feminina, com 77,8% de profissionais mulheres, menos de 40% das lideranças máximas das organizações são ocupadas por mulheres, evidenciando um fenómeno frequentemente descrito como ‘teto de vidro’ na progressão de carreira.
Assinalado anualmente a 8 de março, o Dia Internacional da Mulher constitui uma oportunidade para destacar o papel das mulheres em setores essenciais como a saúde e o diagnóstico clínico, áreas onde o contributo feminino é determinante para o funcionamento do sistema de cuidados de saúde.
“O setor da saúde sempre contou com uma forte presença feminina, mas esta realidade nem sempre se refletiu nas posições de liderança. Na Unilabs, procuramos que a progressão profissional acompanhe o talento e a competência das nossas equipas. O facto de as mulheres representarem hoje a maioria também nos cargos de direção reflete essa evolução”, afirma Eduardo Queijo, diretor de Recursos Humanos da Unilabs.
Num setor onde a força de trabalho é maioritariamente feminina, mas onde essa realidade nem sempre se reflete na liderança das organizações, os dados da Unilabs mostram que a presença das mulheres pode acompanhar a progressão hierárquica e chegar aos níveis de decisão. Para a empresa, esta evolução reflete a transformação que tem vindo a ocorrer no setor da saúde e no mercado de trabalho qualificado.

















