A Novartis atingiu o seu marco histórico ao entregar 300 milhões de tratamentos pediátricos contra a malária, fornecidos sem fins lucrativos, ajudando a reduzir o impacto desta doença nas crianças, em mais de 30 países endémicos de malária.
Segundo a empresa, nunca, num espaço de tempo tão reduzido, foram distribuídos tantos tratamentos para crianças que sofrem de malária.
A malária é uma doença que pode ser prevenida e tratada, e que é causada por parasitas (Falciparum e Vivax do Plasmodium). Estes são transmitidos para as pessoas através de uma picada de um mosquito infetado. Os bebés e as crianças mais pequenas fazem parte do grupo em maior risco de contrair a malária, sendo que, atualmente, 70% das mortes ocorrem em crianças com idade inferior a 5 anos2. Apesar da taxa de mortalidade infantil por malária ter diminuído em 71 por cento, desde 2000, a malária continua a matar uma criança a cada dois minutos2.
“Este marco histórico demonstra o nosso compromisso, a longo prazo, em combater a malária e ajudar as crianças que estão em maior risco”, diz Joseph Jimenez, CEO da Novartis. “Estamos orgulhosos do papel que temos desempenhado para ajudar a reduzir a mortalidade infantil por malária. E vamos continuar a fornecer tratamentos a pessoas que precisem, sem fins lucrativos, contribuindo para o objetivo de vivermos num mundo sem malária”.
O medicamento da Novartis constitui a referência de tratamento para milhões de pessoas com malária, em todo o mundo. A formulação dispersível deste anti malárico (uma combinação de arteméter e lumefantrina) foi desenvolvida pela Novartis e pela Medicines for Malaria Venture, respondendo a um apelo da UNICEF/OMS para o desenvolvimento de medicamentos child-friendly. As diretrizes da OMS para o tratamento da malária recomendam comprimidos dispersíveis em vez de formulações líquidas para crianças. E por isso, foi o primeiro medicamento pré-qualificado pela Organização Mundial de Saúde1 para combater a malária em idade pediátrica.


















