É amanhã, dia 2, apresentada em Portugal a Associação Respiratória de Língua Portuguesa – ARELP. Portugal, Brasil, Angola, Moçambique e Cabo Verde são os primeiros signatários desta aliança, à qual se prevê que se venha a associar Timor e Macau.
Em parceria com a ERS – European Respiratory Society e a ALAT – Asociación Latinoamericana de Tóraxs, a associação que amanhã é apresentada às 17h30, na Sede da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, procura promover a criação de parcerias clínicas, a investigação na área das doenças respiratórias, e um maior apoio à formação nos países em desenvolvimento em áreas da patologia respiratória deficitárias, quer sob a forma de ações locais, quer em estágios de formação específica
Esta é uma iniciativa que, liderada por Portugal, procura estabelecer relações multilaterais com outras sociedades científicas, tendo por base a criação de parcerias, a partilha de conhecimentos e experiências, assim como a promoção da língua portuguesa enquanto elemento de intercâmbio científico nos países lusófonos.
Para Carlos Robalo Cordeiro, Presidente da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, “a ARELP é um passo importante não só na afirmação da língua Portuguesa como elo de ligação e partilha de conhecimento, como também uma forma de atenuar as discrepâncias existentes no que toca ao acesso à formação e conhecimento na área da pneumologia.”
À semelhança do que acontece com outras organizações como a Sociedade de Pneumologia de Língua Francesa, “a ARELP procura estabelecer relações com as diferentes entidades médicas e grupos de estudo implicados na pesquisa e na investigação em pneumologia, bem como na luta contra as doenças respiratórias”, acrescenta Carlos Robalo Cordeiro.


















