O erro no diagnóstico médico, as consequências, limites e limitações desse erro e as suas implicações éticas são alguns dos temas que vão marcar a conferência de abertura do XI Ciclo de Conferências do Instituto Superior de Ciências da Saúde – Norte (ISCS-N), do grupo CESPU, subordinado ao tema “O Diagnóstico do Erro” que decorre no dia 23 de abril na Exponor.
“Este é um tema muito importante, sobretudo devido as dificuldades que a crise económica trouxe para os cuidados de saúde. Adotar mecanismos passíveis de minimizar a possibilidade do erro é fundamental para os futuros profissionais de saúde”, explica Jorge Brandão Proença, diretor do ISCS-N, sublinhando que a evolução dos recursos tecnológicos, nomeadamente meios auxiliares de diagnóstico, não substitui o papel dos médicos na avaliação e o erro é uma realidade irrefutável.
Os médicos José Fragata, Maria Eduarda Vidal, Miguel Leão e o juiz António Alberto Pinho são alguns dos oradores de diferentes quadrantes que irão marcar presença nesta mesa redonda para diagnosticar o erro médico.
Segundo Jorge Brandão Proença, “a preocupação foi essencialmente encontrar um conjunto de pessoas, de áreas distintas, que possam ajudar a compreender esta temática. O objetivo desta conferência não é falar do erro do diagnóstico, mas avaliar em que circunstância acontece o erro no diagnóstico médico, percebendo de que forma pode ser reduzido.”


















