A Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória (APCA) vai apoiar um simpósio sobre o tratamento das hérnias da parede abdominal, no próximo dia 4 de dezembro, no auditório do Hospital CUF Porto.
“Esta iniciativa, destinada a todos os profissionais de saúde, é uma oportunidade para debater o tratamento cirúrgico das hérnias da parede abdominal, uma patologia que apresenta elevada prevalência na população e que representa grande parte das cirurgias realizadas em Portugal”, explica Carlos Magalhães, presidente da APCA e coordenador da iniciativa.
E acrescenta: “A opção que garante melhores níveis de qualidade e segurança de tratamento das hérnias da parede abdominal é a cirurgia em regime de ambulatório. O tratamento em ambulatório permite a redução da dor pós-operatória, menor taxa de infecção pós-operatória, melhores resultados estéticos, maior recuperação das atividades diárias e laborais (o paciente demora, em média, 4 dias a retomar o seu quotidiano e 10 dias a retomar a sua vida laboral) e maior efetividade de custos.”
Estima-se que cerca de 10 por cento da população portuguesa possa desenvolver um tipo de hérnia da parede abdominal ao longo da sua vida, correndo o risco de desenvolver as suas principais complicações, hérnia encarcerada ou estrangulada, que obrigam muitas vezes a intervenção cirúrgica urgente. Nos Estados Unidos realizam-se cerca de meio milhão de cirurgias a hérnias todos os anos. Em Portugal, a cirurgia de hérnia é também, uma das mais realizadas,principalmente hérnias inguinais, sendo utilizadas diferentes técnicas e diferentes materiais protésicos.
A inscrição no simpósio é gratuita e deve ser realizada através do email: cristina.silva@crbard.com

















