A Schneider Electric, especialista global em gestão de energia e automação, realizou em parceria com a IDC Portugal o Seminário Executivo Healthcare Digital Transformation. Destinado a clientes finais decisores de IT do segmento de Healthcare, o evento que teve lugar no Altis Belém, tendo como principal objetivo focar a importância do digital na transformação do setor da saúde.
Este evento contou também com o testemunho da Luz Saúde que partilhou a sua visão respeitante à solução de Centros de Dados que têm nas várias instalações hospitalares do grupo.
“O consumo de energia num hospital é três vezes superior ao de um edifício de escritórios e os executivos deste setor deparam-se hoje, em dia, com um conjunto de desafios na sua atividade que requerem infraestruturas de IT mais ágeis, seguras e mais inteligentes. Já não está em causa apenas a disponibilidade da informação que já agora é crítica, mas também a qualidade dos serviços prestados aos pacientes, a sua segurança e a melhoria generalizada da eficiência da instalação. refere João Rodrigues, Vice-Presidente, IT Business da Schneider Electric.
“O conhecimento 360º de um paciente é um fator chave para desencadear a transformação digital na saúde em toda a Europa e as tecnologias da 3ª Plataforma estão a fazer com que isto seja finalmente possível, conduzindo ao acesso e standardização dos dados bem como a crescente abrangência e capacidades das organizações”, afirma Gabriel Coimbra, Country Manager da IDC Portugal. “É importante para os executivos de IT reconhecerem que a transformação digital está para além da tecnologia – impacta dados, pessoas, processos e estratégias. O nosso estudo dá-nos não só uma visão das tendências no setor da saúde e as suas implicações mas também uma abordagem abrangente de como os fabricantes de TI e executivos da área da saúde estão a embarcar nesta jornada da transformação digital”.
Neste contexto, as organizações do setor da saúde estão a tentar fundamentalmente redesenhar a forma como os cuidados de saúde são disponibilizados através da adoção de modelos integrados e personalizados. Estes modelos procuram enquadrar a prevenção, tratamentos e gestão das doenças para agir de uma forma mais direcionada e eficaz sobre as características biológicas e sociais individuais, reconhecendo e valorizando a diversidade dos pacientes.
Estes modelos contam com a crescente convergência de processos e diluição das fronteiras entre as partes interessadas de saúde (fornecedores, pacientes, investigadores, autoridades de saúde pública, etc.) que vêem os seus processos centrados no paciente transformados, tornando-se mais interdependentes do que nunca.


















