A Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM) acaba de lançar, na sua página de Facebook, o desafio “EM Compromisso”.
Com este desafio pretende dar-se a conhecer a patologia, ao mesmo tempo que se convida os utilizadores a assumir um compromisso para com todas as pessoas com esclerose múltipla, através da publicação de um vídeo ou uma selfie na página de Facebook da SPEM e da contribuição com um donativo para instituição.
Para submeter o vídeo ou fotografia com uma mensagem de Natal aceda a www.facebook.com/SPEM.Portugal. O donativo pode ser feito por transferência bancária através do NIB da SPEM (0036 0122 9910 0029 0422 2).
“Esta ideia foi-nos proposta com o objetivo de envolver a sociedade nas questões que dizem respeito à esclerose múltipla, tanto na perspetiva dos doentes como dos cuidadores. Queremos que o conhecimento sobre a patologia
chegue a um número cada vez maior de pessoas. Se tentarmos fazê-lo de forma divertida e aberta, com certeza seremos bem sucedidos”, explica Manuela Duarte Neves, vice-presidente da SPEM.
E acrescenta:
O nosso objetivo é que as empresas se mobilizem e assumam um compromisso com a causa que a SPEM prossegue. Numa palavra, desafiamos a que esse compromisso resulte de um vídeo ou de uma fotografia publicada na página de Facebook da SPEM, e que sejam desafiadas outras empresas ou amigos. Outro dos objetivos é a angariação de fundos para a instituição, para que possamos cada vez mais e melhor ajudar as pessoas com esclerose múltipla.”
A Esclerose Múltipla afeta mais de 8.000 portugueses. Em todo o mundo são cerca de 2,5 milhões de pessoas com esta doença inflamatória crónica do sistema nervoso central que se manifesta sobretudo em jovens adultos, entre
os 20 e os 40 anos de idade, e que interfere com a capacidade do doente em controlar funções como a visão, a locomoção, o equilíbrio e também a parte cognitiva.
As mulheres têm duas vezes mais probabilidades de desenvolver Esclerose Múltipla do que os homens e a patologia tem um impacto significativo na qualidade de vida dos doentes e das suas famílias. Cerca de 85% dos doentes
queixam-se de fadiga constante, independentemente do seu grau de incapacidade provocado pela doença, o que interfere com a sua qualidade de vida e produtividade.


















