Segundo a farmacêutica, a melhoria dos resultados foi sustentada pelo aumento da procura de alguns produtos devido à pandemia da covid-19 e pela diminuição dos gastos de assessoria legal e de reestruturação, foi hoje anunciado.
No mesmo período, a faturação melhorou para 12.845 milhões de euros, mais 4,8% que no mesmo período de 2019, ainda que o aumento seja de 6% quando descontado o efeito das taxas de câmbio.
O resultado operacional subiu para 2.499 milhões de euros (+40,4%) depois dos gastos para assessoria legal, de reestruturação e relacionados com a integração de Monsanto terem caído para 639 milhões de euros, contra 1.043 milhões de euros no primeiro trimestre de 2019.
A Bayer, que começou bem o ano, apesar da atividade ter estado muito influenciada pela pandemia no primeiro trimestre, considera que o impacto da covid-19 ainda não pode ser quantificado de maneira fiável.
Devido à pandemia da covid-19, a Bayer acredita que não pode fazer previsões confiáveis para este ano e, portanto, retirou as previsões publicadas em fevereiro.

















