A Astellas Pharma e a Ocata Therapeutics, anunciaram a conclusão de um acordo, em que a Astellas irá adquirir a Ocata, através de uma subsidiária integral da Astellas US (Laurel Acquisition Inc). Este acordo foi aprovado por unanimidade, pelos conselhos de administração de ambas as empresas.
A Ocata Therapeutics é uma empresa de biotecnologia, focada na investigação e desenvolvimento de novas terapias no campo da medicina regenerativa, principalmente na terapia celular numa abordagem a necessidades médicas não satisfeitas em doentes de oftalmologia.
Esta aquisição, representa a união de duas empresas com conquistas significativas e um compromisso comum para o desenvolvimento de terapias inovadoras, que abordem as necessidades médicas não satisfeitas de doentes que sofrem de doenças oftalmológicas graves. Esta aquisição, representa também, mais um passo para a Astellas atingir os objectivos estabelecidas no Plano Estratégico de 2015-2017, que assentam num crescimento sólido, continuo e resiliente a médio-longo prazo, e em que se pretende maximizar o valor do produto, criar inovação e procurar excelência operacional.
A aquisição da Ocata vem permitir à Astellas, estabelecer uma presença na área da oftalmologia e uma posição líder em terapia celular.
“Valorizamos muito as capacidades de investigação e desenvolvimento da Ocata, incluindo os seus investigadores líderes mundiais em terapia celular”, comentou Yoshihiko Hatanaka, presidente e CEO da Astellas. “Estamos confiantes de que vamos transformar ciência inovadora em valor para os doentes através da criação de novo valor combinando as capacidades de ambas as empresas, através de “uma” Astellas onde a Ocata terá um papel chave na área de investigação e desenvolvimento da Astellas em oftalmologia e terapia celular.”
Paul Wotton, Presidente e CEO da Ocata disse: “Estou impressionado com a visão e compromisso de Astellas e acredito que com os seus recursos globais por trás da nossa plataforma regenerativa, os doentes que sofrem de doenças como, degeneração macular seca relacionada com a idade e distrofia macular de Stargardt debilitante, em breve vão beneficiar do acesso a medicina regenerativa”.



















