A Direção de Inspeção e Coordenação de Jogos (DICJ) de Macau registou, no ano passado, um total de 490 pedidos de exclusão de acesso aos casinos, mais 23,2% do que em 2017.
De acordo com dados publicados na quarta-feira na página da Direção de Inspeção e Coordenação de Jogos (DICJ), do total dos pedidos de exclusão de acesso aos casinos, 417 foram de auto-exclusão.
Os restantes 73 foram submetidos a pedido de terceiros, segundo a entidade reguladora do jogo em Macau.
Em 2017, tinham sido registados 376 pedidos de exclusão de acesso aos casinos.
Já em 2016, houve 351 pedidos de exclusão de acesso aos casinos, contra 355 em 2015, 280 em 2014 e 276 em 2013.
Ao abrigo da lei, que condiciona a entrada, o trabalho e jogo nos casinos, o diretor da DICJ pode interditar a entrada em todos os casinos, ou em apenas alguns, pelo prazo máximo de dois anos, às pessoas que o requeiram ou confirmem requerimento apresentado para este efeito por cônjuge, ascendente, descendente ou parente em 2.º grau.
Macau, capital mundial do jogo e único local na China onde o jogo em casino é legal, registou, em 2018, 302,846 mil milhões de patacas (32,796 mil milhões de euros) em receita do jogo, um aumento de 14% em relação ao período homólogo do ano anterior, de acordo com dados oficiais.



















