No âmbito do Dia Mundial da Criança, que se assinala a dia 1 de junho, a Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória (APCA) esclarece que a cirurgia em ambulatório deve ser o modelo preferencial no tratamento cirúrgico em idades pediátricas.
“O tratamento cirúrgico na idade pediátrica, na modalidade de cirurgia de ambulatório, permite que a criança passe menos horas no hospital, permitindo-lhe que volte para casa no próprio dia. Este regime de tratamento diminui a alteração da vida quotidiana da criança, com a rápida inserção no meio escolar e familiar, para além de que diminui de forma significativa o risco de complicações, nomeadamente infeções hospitalares, que podem ocorrer se a criança permanecer muito tempo no hospital”, explica Carlos Magalhães, presidente da APCA.
E acrescenta: “As crianças e a sua família devem sentir-se confortáveis e seguras com o atual tratamento em cirurgia ambulatória, uma vez que este é realizado por uma equipa especializada em pediatria, que mesmo após a criança abandonar o hospital estará preparada para dar todo o tipo de apoio no pós-operatório e no domicílio, entrando em ação a qualquer momento. Todos os familiares das crianças submetidas a uma intervenção cirúrgica ficam com um contato telefónico de um especialista.”
A Cirurgia Ambulatória é definida pela International Association for Ambulatory Surgery (IAAS) como a realização de uma intervenção de Cirurgia Programada, tradicionalmente efetuada em regime de internamento, cuja alta ocorre poucas horas após o procedimento, sem necessidade de pernoita hospitalar. Este regime é, hoje em dia, um modelo ótimo de assistência cirúrgica multidisciplinar e capaz de intervir em várias doenças pediátricas.
A Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória (APCA) tem como principal objetivo defender, promover e protagonizar o processo de evolução da cirurgia de ambulatório no nosso País.



















